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Meu mar de dentro infinito oceânico

Tenho a necessidade de estar comigo mesma, pensar por conta própria.
Abro mão de todos os excessos, me poupo de tanta informação desnecessária.

Estou me organizando externa e internamente. Só quero o que é meu.

É uma liberdade boa não ter que impressionar as pessoas e ser o que se é.

De vez em quando excluo aplicativos do meu telefone, experimento ser eu mesma sem distrações e influências. 

Quando chego a compartilhar é natural, verdadeiro, é um transbordamento!

Aceito que sou a primeira a me beneficiar de tudo que sei, mas não quero ser a única.

Essa agonia de experimentar os limites da linguagem. Aquilo que sei e principalmente aquilo que sou atravessa as palavras. 


Eu fui para muito distante de mim.
Estou voltando a pé.
É um longo caminho
de volta. 

Dayana Teixeira.

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